Astrologia

Astrologia

Astrologia babilónica

em primeiro lugar, vamos esclarecer de uma por toda um mito!!, ou seja:

a confusão entre astrologia e a adivinhação!

Diga-se de uma vez por todas:

a astrologia não serve para adivinhar coisa alguma!

A astrologia serve – isso sim – para compreender as energias astrais, as forças espirituais, as vibrações metafísicas e as influências astrológicas que estão atuando sobre uma certa pessoa!, e a partir dai entender que tendências estão governando e influenciando a vida dessa pessoa!, e dai em diante isso permite dar aconselhamentos e orientações para a vida dessa pessoa.

Porem:

a pessoa é sempre livre de escolher que caminhos vai seguir!!, e ela não esta condenada a coisa alguma!!

Olhai:

a astrologia é como a meteorologia que lhe diz qual a grande probabilidade do clima que vai ocorrer!, e que – por exemplo – amanha o tempo poderá estar com chuva!

E porem:

o astrólogo não vai forçar você a  usar um chapéu de chuva!, mas sim – apenas isso! – ele avisará que amanha há uma forte probabilidade de chover!, e que por isos você deve sair de casa usando um chapeu de chuva!

Porem:

Se você usa o seu chapéu de chuva amanhã, ( quando tudo indica que haverá uma grande probabilidade de chover!), isso fica nas suas mãos decidiri!, sendo que ao astrólogo apenas cabe orientar!, e fazer ver que quem anda á chuva sem chapéu de chuva, acaba molhando-se!

E porem, cuidai:

conforme nem a meteorologia nem a medicina são ciências exactas, também a astrologia não é uma ciência exacta!, mas sim é uma ciência esotérica e mística  que lida com o calculo de influencias astrais e energias espirituais que afectam as vidas de uma pessoa!, conforme a lua influencia as marés dos oceanos na terra!, e porem ninguém consegue prever a força ou a mansidão com que essas marés vão ocorrer!

Por isso:

o astrólogo pode até aconselhar diante do mapa astral que está a ler!, e porem:

nada está pré-determinado!, e você é que escolhe aquilo que vai fazer!!

Olhai:

o astrólogo é como o medico que compreende que o seu corpo está com certos problemas e deficiências, e por isso aconselha no sentido de você tomar medidas diatéticas para restabelecer o seu equilíbrio biológico, e a sua saúde.

Porem:

Conforme o medico não vai prever o futuro da sua debilidade!, mas sim vai-lhe aconselhar procedimentos para você ficar saudável!, também o astrólogo não vai ficar adivinhando nada!., mas sim vai-lhe dar orientações para você trilhar hum caminho livre de espinhos.

Da mesma forma:

um astrólogo é como alguém que viajando de barco, sabe ler um mapa que lhe diz como contornar os mares turbulentos, evita as tempestades, e navegar por mares serenos de forma a chegar ao seu porto de forma tranquila.

Porem:

Apenas você é o capitão do seu próprio navio! , e por isso apenas você manda na sua vida!, e por isso ninguém vai estar adivinhando nada!, nem ninguém estará decretando nada na sua vida!, mas sim o astrólogo estará lendo esse mapa de influencias e marés!, para lhe aconselhar na forma como você deve navegar pelos rumos da sua vida!

Então:

dai em diante a decisão fica nas suas mãos!, e você vai navegar pelos mares que entender!, e não existem dai em diante destinados marcados!, pois o destino faz cada um com as determinações das suas próprias decisões!

Então:

a  astrologia apenas lhe dará um instrumento para você decidir bem!, e para decidir forme certa no momento certo!, e isso faz toda a diferença!!

Isto explicado:

A astrologia Babilónica não é como a astrologia ocidental praticada comummente no ocidente, e nos dias de hoje!

A astrologia babilónica é um ramo da astrologia que não tem nada que ver com a astrologia ocidental.

Tal como a astrologia chinesa – embora sendo um dos ramos da ciência esotérica da astrologia – não tem nada que ver com a astrologia ocidental, ( pois rege-se por leis e princípios científicos tradicionais chineses, e não ocidentais), também a astrologia babilónica não opera da mesma forma que as astrologia ocidental.

Conforme existe a medicina convencional ocidental, e depois existem as medicinas tradicionais chinesas e japonesas, também a astrologia babilónica é um ramo ancestral – milenar! – que se rege por princípios e conceitos diferentes daqueles que regem a astrologia ocidental.

A astrologia babilónica rege-se mais pela interpretação de augúrios espirituais, ou seja:

Acredita-se que as nossas vidas são influenciadas por certas energias, forças e entidades espirituais, que num certo momento das nossas vidas podem estar causando marés de convergência ou divergência!, ou seja:

são influencias espirituais e energias astrais misteriosas!, que operam por caminhos e motivos misteriosos!, e  que podem estar – num certo momento – abrindo ou fechando caminhos num certo sentido!, e por isso mesmo é que você acaba sentindo que em certos momentos da sua vida parece estar beneficiando de uma boa sorte!, como nutros momentos você terá a sensação de – por muito que lute! – estar sempre sendo atrapalhado por bloqueios e má-sorte!

Por isso:

a astrológica babilónica procura compreender e interpretar os sinais que essas forças, energias e entidades manifestam nas nossas vidas, por forma procurar procedimentos místicos para destrancar os caminhos que se podem estar trancando quanto a coisas positivas e desejáveis que nos podem beneficiar!, como também  fechar as portas que estão abertas a coisas negativas, mórbidas e indesejáveis que nos ficam prejudicando!

Assim sendo:

a astrologia babilónica pretende – através da leitura de augúrios astrais e espirituais que a astrologia babilónica interpreta com as suas técnicas místicas – alcançar um constante equilíbrio com o universo e com as forças espirituais e astrais que regem as nossas vidas.

A astrologia Babilónica – na antiga Babilónia! –  era parte do culto religioso oficial, e praticada por sacerdotes conforme hoje em dia a Eucaristia é praticada pelos padres!

Os astrólogos babilónicos eram também sacerdotes religiosos;

tinham a seu cargo por isso não só a função litúrgica e de devoção, como também a missão de interpretar a vontade,

intenções e mensagens dos espíritos celestes, ( deuses);

pois uma das formas de realização dessa tarefa de comunicação com os espíritos, era feita através da astrologia.

A astrologia babilónica foi sistematizada há cerca de 2.000 anos A.C.

Os mais importantes escritos sobre astrologia na babilónia datam do Sec XVI A.C.;

uma das mais importantes obras astrológicas encontra-se registada em 70 placas, sendo que a obra de astrologia e horóscopos se chama « Enuma Anu Enlil».

A astrologia babilónica funcionava tanto através de um sistema de sinais e presságios que indicavam a futura realização de um certo tipo de eventos, assim como também consistia num estudo dos corpos celestes e da influência que a sua disposição exercia sobre certos eventos tantos pessoais como sociais.

A astrologia e religião babilónica professava a sua crença esotérica na concretização de duas praticas espirituais:

  1. Um processo necromântico
  2. Um processo astrológico – espiritual

Assim sendo:

O processo astrológico-necromântico babilónico

Através do processo necromântico, os sacerdotes encontravam em contacto com o mundo dos espíritos através do sacrifício de animais. Acreditavam os babilónicos, (bem como a maioria das civilizações da antiguidade), que certos espíritos, (deuses), se identificavam com certos animais que lhes eram agradáveis ou traduziam muito da sua própria essência neste mundo;

ora, o animal com o qual um certo deus se identificava era-lhe sacrificado; se o espírito aceitasse o sacrifício daquele animal, então aceitaria junto de si a alma do animal sacrificado, e falaria manifestando-se no corpo do mesmo, uma vez que o corpo não passa de um receptáculo para uma alma.

Assim o espírito celestial faria revelar as suas mensagens no corpo do animal com o qual entrou em contacto, da mesma forma que também podia fazer inscrever os seus pensamentos ou vontades divinas nos corpos celestes.

Assim se chega ao processo puramente astrológico:

O processo astrológico babilónico

Na astrologia babilónica, professava-se que os corpos celestes podiam permitir conhecer não só a dinâmica do mundo visível e físico, (auxiliando na previsão da mudança das estações, e logo nas colheitas, nos fenómenos atmosféricos,etc), como também podiam permitir conhecer a dinâmica do mundo invisível ou espiritual, assim como a influencia desse sobre o nosso mundo e as nossas vidas.

A astrologia babilónica reconhecia 5 planetas:

Júpiter, Vénus, Saturno, Mercúrio e Marte.

Cada um destes planetas eram considerados como representações de 5 espíritos celestiais ou deuses, pelo que seria possível pela sua observação, calcular as dinâmicas, mensagens e influencia desses mesmos espíritos ou forças espirituais nas nossas vidas ou no nosso mundo.

Sublinhe-se que os corpos celestes não eram vistos nem entendidos como «deuses», ao contrário do que comummente se diz.

Os corpos celestes eram antes entendidos como representações simbólicas de forças espirituais celestiais, que se podiam manifestar através da natureza, nomeadamente dos planetas.

Os astrólogos e magos da antiguidade não eram por isso um grupo de ignorantes supersticiosos, ( ao contrario: eram reconhecidamente brilhantes astrónomos e matemáticos), e não confundiam o que é um espírito, como o que é um corpo celeste, ao contrario do que normalmente se afirma.

Na astrologia babilónica, os 5 planetas de reconhecida influencia sobre o nosso mundo, correspondiam aos seguintes espíritos celestes, ou deuses:

*      Júpiter/Nibiru – Maduk; deus dos deuses, dominador da magia branca

*      Vénus – Ishtar; deusa da fertilidade, amor, das conquistas e das vitorias

*      Saturno – Ninib; deus da agricultura e das curas mas também o «vento do sul»: o ciúme e a ira

*      Mercúrio – Nabu; deus da sabedoria e da escrita

*      Marte – Nergal; deus da guerra, destruição, pestilência, senhor do fogo e dos desertos

Também o Sol e a lua correspondiam a 2 divindades:

*      Sol- Shamash, o deus Sol e da justiça

*      Lua- Sin, a deusa lunar, senhora da astrologia e da magia

A «santa trindade» na religião babilónica era representada por Shamash, Sin e Ishtar, representando este o sol, a lua e a terra.

Era a actividades destes 7 corpos celestes e as suas relações entre si, que permitam entender a influência que as 7 entidades espirituais e celestes exerceriam sobre o nosso mundo físico.

Os babilónicos foram os primeiros a criar um calendário semanal,( fundamentado no Sol), e a dar nomes aos dias da semana, o que veio a indelevelmente influenciar a cultura da humanidade ate aos nossos dias.

Domingo- dia do Sol

Segunda feira- dia da Lua

Terça feira- dia de Marte

Quarta feira – dia de Mercúrio

Quinta feira – dia de Júpiter

Sexta feira – dia de Vénus

Sábado – dia de Saturno

Ainda hoje em dia a definição dos dias das semanas criada pela astrologia e astrólogos babilónicos perdura nos nossos dias.

Ainda hoje, a astrologia e esoterismo encontram nestas fontes os meios de contacto com entidades espirituais.

A astrologia babilónica era uma astrologia de profundo sentido religioso, espiritual e necromântico, ao contrario do conceito da astrologia ocidental tal como hoje é entendida.

Tratava-se de uma pratica astrológica relacionada com as forças espirituais que influenciam a nossa existência, ao contrário da astrologia ocidental, mais fundamentada que é nas escolas astronómicas racionalistas.

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